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IPI reduzido não está sendo praticado nos preços dos opcionais 0

01 de Junho, 2012  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

 

Recebemos vários relatos de leitores que ao pesquisarem preços com IPI reduzido de alguns modelos, descobriram que os opcionais continuaram com os preços anteriores, quando oferecidos por revendedores.

Ou seja, a diferença entre dois modelos completos antes e depois da mudança de preços será exatamente a mesma da redução do preço base. Assim, o IPI reduzido nos opcionais não estaria sendo repassados aos clientes.

O consumidor não teria direito à redução de IPI para itens opcionais, que no final encarecem ainda mais o produto? Além disso, o seguro é cotado sobre o valor total do veículo. Os relatos falam que os concessionários estão embutindo os valores antigos nos opcionais, o que aumenta o lucro na hora da venda.

Consultamos alguns configuradores de montadoras para verificar os preços dos opcionais. Alguns estão com valores reduzidos, inclusive até na mesma proporção da redução do preço básico. Como os pacotes 1 e 2 do kit 25 Anos do Gol, por exemplo.

Antes custavam respectivamente R$2.790 e R$3.790. Agora foram reduzidos para R$2.514 e R$3.415. O Ka Sport 1.6 também teve redução de 10% no preço do único opcional, caindo de R$1.000 para R$900.

Alguns fabricantes, no entanto, ocultaram até os valores dos opcionais. Infelizmente muitos dos valores anteriores não estão mais disponíveis para consulta, o que dá aos concessionários a oportunidade de cobrarem os valores que desejarem.

Hoje em dia, apenas dois grandes fabricantes ainda apostam em opcionais individuais, apesar de já apresentarem alguns kits, que muitas vezes entram em conflito com outros itens escolhidos pelo cliente.

No final, o carro acaba saindo muito mais caro que a concorrência e nem sempre do jeito que o consumidor gostaria. Não seria melhor – pelo menos – termos versões com itens fechados do que “milhares” de opções que confundem os consumidores e elevam os preços para níveis irreais?
Fonte: Notícias Automotivas

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Avaliação NA – Volkswagen Jetta Comfortline 4 – Comportamento e consumo na estrada 0

31 de Maio, 2012  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

As dúvidas que nossos leitores tem com relação ao Jetta Comfortline e seu motor de apenas 120 cavalos com certeza também se aplicam ao uso dele na estrada. Será que seu desempenho e consumo são bons em comparação com sedãs com motores mais modernos?

As acelerações do Jetta Comfortline aparentam ser bem saudáveis. O fato de ele contar com câmbio manual nesta unidade que avaliamos certamente ajuda, reconhecemos isso, mas de um modo geral o comportamento dele na estrada não muda muito do que percebemos na cidade.

Temos um bom nível de ruído na cabine. Apesar de o motor do Jetta ser um pouco ruidoso, a forração acústica dele isola bem estes barulhos lá fora com exceção do parabrisa, que tem um pouco de ruído na sua parte superior. Não notamos ruído aerodinâmico nas portas e o conforto é adequado, graças aos bancos confortáveis.

Vemos que a suspensão entrega conforto mas ao mesmo tempo temos um bom comportamento dinâmico nas curvas, como é característico de modelos da marca. Curvas que geralmente fizemos a 100 km/h na estrada com alguns outros sedãs médios, com o Jetta deu para acelerar um pouco mais e fazer a 110 km/h.

Andando a 100 km/h temos 2.400 rotações, um número bom para consumo razoável e também ruído reduzido. Nas subidas, vi que o Jetta não perdeu tanta velocidade quanto o que aconteceu com sedãs 1.8 que avaliamos aqui no NA.

Aliás, este é um ponto que nos surpreende um pouco, pois parece que a maioria dos sedãs médios tem que ser colocado em quarta marcha para ter fôlego suficiente para subidas a 100 e 110 km/h. Se você quiser mais fôlego em quinta, tem de andar a 120 ou mais. Isso não aconteceu com o Jetta.

Na estrada os pontos negativos do Jetta 2.0 se resumem ao ruído do motor e o consumo, que certamente é pior do que o consumo de sedãs 1.8 com motores mais modernos. Ficamos com consumo de 13,2 km/l andando a 110 km/h com ar-condicionado ligado, com gasolina. Com álcool, a média foi de 9,2 km/l nas mesmas situações.

Então o Jetta realmente é um sedã mais gastão que seus principais concorrentes. Para quem roda muito na estrada deve dar preferência a sedãs com motorização mais eficiente.

Um ponto específico do desempenho que alguns leitores pediram para analisarmos era a respeito de retomadas de 80 a 120 km/h em uma simulação de ultrapassagem. Tivemos pedidos de fazer isso com o carro com quatro pessoas e também porta-malas cheio.

Mas se fizessemos isso apenas com o Jetta, seria uma avaliação diferenciada, pois todos os carros que avaliamos estão apenas com o motorista presente nos vídeos. Pois bem, ultrapassamos um Uno Mille colocando terceira marcha e saindo de 90 km/h indo até 128 km/h. Nessa situação o Jetta mostrou um bom fôlego, nada inferior ao que sentimos em Corolla, Cruze, Civic, etc.

Existe a diferença de carro automático para manual sim, mas o ponto que queremos mostrar é que o desempenho do Jetta não é muito inferior ao de seus concorrentes. Pode ser um pouco, mas pela potência e a idade de seu motor, está de bom tamanho. Agrada a quem gosta de motores com oito válvulas.
Fonte: Notícias Automotivas

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Sinotruk confirma produção de caminhões em Lajes/SC 0

30 de Maio, 2012  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

A fabricante de caminhões Sinotruk anunciou na China que vai construir sua primeira unidade de produção na América Latina, que ficará em Lajes/SC.
As obras começam em julho e quando estiver pronta, a instalação terá capacidade para fazer 5 mil veículos no primeiro ano e 8 mil posteriormente. Inicialmente o processo será por CKD, mas em uma segunda fase, a empresa pretende produzir com 65% de conteúdo nacional.
O investimento será de R$300 milhões e vai garantir muitos empregos na região de Lajes. A Sinotruk possui apenas 0,3% do segmento de caminhões, tendo vendido 328 unidades este ano. A marca a fez superar o fabricante nacional Agrale, ficando assim em sétimo no ranking.
[Fonte: AB]
 

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Confira os preços dos carros mais vendidos no Brasil com o novo IPI 1

29 de Maio, 2012  | NOVIDADES | 1 COMENTÁRIO(S)

Em acordo com governo, algumas montadoras deram descontos maiores.
Carros 1.0 terão IPI reduzido para zero até o fim de agosto deste ano.

As montadoras já disponibilizam em seus sites e concessionárias as tabelas de preços reajustadas conforme a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), anunciado pelo governo na segunda-feira (21) e publicados no Diário Oficial da União desta terça. Os novos valores valem mesmo para os carros que já estavam em estoque antes da mudança, pois todos foram refaturados. No entanto, quem adquiriu o produto e teve o carro faturado antes do anúncio não poderá aproveitar o benefício da redução do imposto.

 

Além dos descontos com o novo imposto, muitas montadoras, em acordo com o governo, oferecem reduções de preços ainda maiores. Alguns modelos chegam a ficar com preço 10% menor. A Peugeot, por exemplo, anunciou descontos adicionais de 1,5% para os modelos 307, 308, 3008, RCZ e Partner (passageiro) e de 1% para Hoggar e Partner (furgão). Além disso, ela vai oferecer o modelo de entrada 207 com preços a partir de R$ 29.990. Já a JAC Motors passa a vender seu modelo de entrada J3 por R$ 34.990 — o valor anterior era de R$ 37.900.

Confira abaixo os novos preços das versões de entrada dos modelos mais vendidos no Brasil em abril, de acordo com o ranking da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
 

 

Ranking de abril Modelo Preço antigo Preço com novo IPI Diferença Redução (%)
Volkswagen Gol G4 1.0 R$ 26.960 R$ 24.291 R$ 2.669 9,8%
  Volkswagen Gol 1.0 R$ 30.970 R$ 27.904 R$ 3.066 9,8%
Fiat Mille 1.0 R$ 23.650 R$ 21.360 R$ 2.290 9,7%
  Fiat Uno 1.0
R$ 26.880 R$ 24.110 R$ 2.770 9,7%
Novo Fiat Palio 1.0 R$ 31.290 R$ 28.440 R$ 2.850 9,1%
Volkswagen Fox 1.0 R$ 32.730 R$ 29.490 R$ 3.240 9,8%
Ford Fiesta Rocam Hatch 1.0 R$ 26.900 R$ 24.800 R$ 2.100 7,8%
Fiat Strada 1.4
R$ 31.990 R$ 30.640 R$ 1.350 4,2%
Chevrolet Celta 1.0 R$ 26.008 R$ 24.049 R$ 1.959 7,5%
Renault Sandero 1.0 R$ 29.230 R$ 26.280
R$ 2.950 10%
Chevrolet Classic 1.0 R$ 27.573 R$ 25.469 R$ 2.104 7,6%
10º Volkswagen Voyage 1.0
R$ 33.200 R$ 29.913 R$ 3.287 9,9%
11º Volkswagen Saveiro R$ 34.340 R$ 32.966 R$ 1.374 4%
12º Fiat Siena 1.0 R$ 30.680 R$ 27.640 R$ 3.040 9,9%
13º Chevrolet Cobalt 1.4 R$ 39.980 R$ 37.834 R$ 2.146 5,3%
14º Toyota Corolla 1.8 R$ 63.570 R$ 59.080 R$ 4.490 7%
15º Chevrolet Agile 1.4 R$ 37.426 R$ 34.500 R$ 2.926 7,8%
16º Chevrolet Montana R$ 32.546 R$ 30.608 R$ 1.938 5,9%
17º Chevrolet S10 2.4 flex R$ 58.868 R$ 57.011 R$ 1.857 3,1%
18º Honda Civic 1.8 R$ 66.700 R$ 62.990 R$ 3.710 5,5%
19º Nissan March 1.0 R$ 27.490 R$ 24.990 R$ 2.500 9%
20º Ford Ka 1.0 R$ 23.600 R$ 21.240 R$ 2.360 10%

Mudanças
Pelas novas regras, o IPI para a aquisição de automóveis, as empresas que estão instaladas no Brasil terão seu IPI para carros de até mil cilindradas (1.0) será reduzido de 7% para zero até o fim de agosto deste ano. Para carros importados de fora do Mercosul e México, a alíquota cairá de 37% para 30%.

Para veículos de mil cilindradas (1.0) a duas mil cilindradas (2.0), a alíquota para carros a álcool e "flex" (álcool e gasolina), para empresas instaladas no Brasil, será reduzida de 11% para 5,5%. Para os carros importados, a alíquota será reduzida de 41% para 35,5%. Já para carros a gasolina de mil a duas mil cilindradas, o IPI cairá de 13% para 6,5% para carros produzidos no Brasil e de 43% para 36,5% para veículos de fora do Mercosul e México. No caso dos utilitários, a alíquota será reduzida de 4% para 1% (empresas instaladas no país) e, para carros importados, cairá de 34% para 31%. Confira tabela abaixo.

Já os carros nacionais e importados acima de duas mil cilindradas não tiveram desconto do IPI, que continua 25% e 55%, respectivamente.

Além da redução de IPI, as montadoras se comprometeram a dar descontos sobre as tabelas em vigor. Segundo o governo, os descontos serão de 2,5% para carros de até mil cilindradas, de 1,5% para automóveis de mil a duas mil cilindradas e de 1% para utilitários e comerciais. O objetivo de todas estas medidas é de reduzir o custo dos carros em aproximadamente 10% nas revendedoras.

Fonte: Auto Esporte

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BMW reestiliza o sedã topo de linha Série 7 0

28 de Maio, 2012  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Além da estética, modelo ganhou instrumentos digitais e sistema "roda-livre"

Novo Série 7 mudou bem pouco por fora: para-choques estão mais esportivos e faróis agora usam só leds

Quatro anos após a chegada da nova geração, o sedã grande Série 7, modelo mais luxuoso da BMW, acaba de receber um pacote amplo de atualizações. A fábrica alemã promoveu uma sutil reestilização, fez aprimoramentos na mecânica, e incluiu tecnologias de ponta. Um dos destaques é o novo quadro de instrumentos, agora composto por uma grande tela de alta definição de 10,25 polegadas, que reproduz os mostradores e oferece quatro diferentes grafismos, de acordo com os programas de condução (Comfort, Sport ou Eco).

Outra novidade é o sistema de "roda-livre": quando o sedã de luxo estiver trafegando a velocidades entre 50 km/h e 160 km/h, e o condutor parar de pressionar o acelerador, o câmbio é desacoplado e fica em ponto-morto, deixando as rodas "soltas" para aproveitar a inércia – e consequentemente economizar combustível. Esse recurso atua de forma automática, mas pode ser desativado. Entre outras modernidades, o Série 7 também estreia os novos faróis adaptativos que usam apenas leds (sem os tradicionais canhões de luz).

 

Principal novidade dentro do Série 7 é a grande tela de LCD de 10,25 polegadas, que reproduz instrumentos

Na parte estética, a fábrica bávara mudou muito pouco as linhas do seu modelo mais sofisticado. Na frente, a grade cresceu e está mais destacada, os faróis foram levemente remodelados, e as seções dos faróis de neblina agora foram integradas em uma única tomada de ar, na base do para-choques. Atrás, praticamente nada mudou, só os refletores (chamados "olhos de gato") agora estão interligados por uma barra cromada. Na mecânica, a principal novidade está na versão 750d xDrive a diesel. O motor 3.0 passa a ser sobrealimentado por três turbos, gerando 381 cv de força e pesados 75,5 kgfm de torque.

Em todas as versões, o Série 7 segue equipado com o sofisticado câmbio automático de oito marchas. No Série 750i, uma das versões à venda no Brasil, o "parrudo" bloco 4.4 litros V8 também foi aprimorado: ganhou 10% de potência e 8,5% de torque, passando a gerar 450 cv e 66,3 kgfm. Ao mesmo tempo, a BMW diz que esse mesmo propulsor está 25% mais econômico e menos poluente. Na versão top 760i (também oferecida por aqui), não houve mudanças. O corpulento bloco 6.0 V12 turbo segue despejando 544 cv e 76,5 kgfm de torque. O modelo tem ainda a versão "verde" Active Hybrid7, equipada com o motor "seis em linha" de 320 cv associado a um elétrico de 55 cv.

 

 

Única novidade na traseira é a barra cromada que liga os dois refletores; ponteiras dão um ar esportivo


Interior do Série 7 tem acabamento primosoro e quase artesanal, com materiais nobres e alta tecnologia


É nos assentos traseiros que normalmente se sentam os proprietários do Série 7; daí o luxo extremo

Fonte: Auto Esporte

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