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Princípios da direção defensiva 0

22 de Fevereiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana - 6% são por questões relacionadas à estrada e 4% por falhas mecânicas. No que tange aos motoristas, são três os principais problemas: imprudência, quando alguma regra é conscientemente quebrada; negligência, quando não há cuidado no cumprimento das normas; e imperícia, ou seja, falta da habilidade necessária à condução do veículo. 

Para evitar os acidentes causados pelo homem foi formulada a direção defensiva, conjunto de recomendações de segurança que deve ser repassado a todos os motoristas durante as aulas na autoescola ou na renovação da Carteira Nacional de Habilitação. 

As aulas de direção defensiva dividem-se em seis grandes assuntos

01 - Dirigir com excesso ou escassez de luz.

- em caso de via escura, o motorista pode se guiar pela faixa branca na lateral da pista; 
- é preciso cuidado com o farol alto, que ofusca o motorista na via de sentido oposto. O indicado é baixar a luz quando outro veículo se aproximar na pista contrária; 
- o farol alto também pode cegar temporariamente o carro da frente, quando a luz incide no retrovisor. Nesses casos, também é aconselhável diminuir o farol quando atrás de outro veículo no mesmo sentido; 
- é indicado, sempre que possível, trafegar com luz baixa.

02 - Dirigir em condições adversar de tempo.

- neblina - diminui a visibilidade. Recomenda-se ligar o farolete ou os ou faróis baixos e só parar em locais com acostamento, sinalizando com o pisca; 
- chuvas - a pista molhada diminui a aderência entre os pneus e o solo, o que pode gerar a aquaplanagem e perda de controle. Diminua a velocidade e freie com cuidado; 
- granizo - como em outros casos de baixa visibilidade, o ideal é manter distância do carro da frente e ir devagar; 
- vento - se o vento estiver transversal, a recomendação é abrir as janelas; se vier de frente, aconselha-se diminuir a velocidade. Atenção com objetos que podem ser arremessados contra os vidros.

03 - Cuidado com a situação das estradas.

- em caso de problemas na conservação das pistas, é indicado adequar a velocidade às condições observadas 
- recomenda-se atenção a desvios, trechos em meia pista ou sem acostamento; 
- em vias sem sinalização, atenção redobrada; 
- definir o trajeto antecipadamente é uma forma de evitar conversões bruscas e velocidades abaixo das mínimas ao se procurar um endereço; 
- em descidas, a indicação é usar o freio rápida e suavemente, e manter-se com a marcha engatada (em vez de fazer "banguela").

04 - Cuidados com o veículo.

- fazer a manutenção periódica do veículo é uma das medidas preventivas - pneus (calibragem e desgaste), limpador de para-brisas, quantidade de combustível, nível do óleo, condições das pastilhas de freio e funcionamento do motor são alguns dos itens que devem ser periodicamente checados.

05 - Condições do motorista.

- fatores físicos como cansaço, visão ou audição comprometidas diminuem a atenção e aumentam os riscos de acidente; 
- comer demais ou deixar de se alimentar são atitudes que geram reflexos físicos não aconselháveis a um condutor; 
- fatores emocionais e psiocológicos - nervosismo, tensão, inexperiência, excitação ou tristeza - também fazem o motorista perder o foco; 
- dirigir com sono, embriado ou sobre efeito de substâncias tóxicas (remédios ou drogas) também não é aconselhável.

06 - Como evitar colisões.

- manter distância do carro da frente, para dar espaço a reações bruscas, em caso de atitudes inadvertidas do outro motorista; 
- sinalizar corretamente as conversões; 
- em cruzamentos não sinalizados, o veículo na via da direita tem preferência; se houver placa de "dê a preferência", vale a placa; 
- quando em marcha ré, retorceder devagar e sempre observando os dois espelhos; 
- Direção e celular não combinam: além de ser contra a lei atender ligações ao volante, o telefone desvia a atenção do condutor;
- da percepção do problema à reação por parte do motorista passam-se, pelo menos, dois segundos. Para medir esse intervalo, marque um ponto X e conte "três mil e um, três mil e dois" entre o instante em que o carro da frente passa pelo ponto e o em que o próprio carro passa por ali; se o veículo de trás cruzar o ponto antes dos dois segundos, é porque a distância está pequena.




Fontes: Manual da Autoescola Atlântica e Detran-RJ

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Brasil é o mercado com maior número de blindados 0

20 de Fevereiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Em 2003, o Brasil tinha uma frota de 22 mil carros blindados. Um década depois, com crescimento de 445%, o número chegou a 120 mil, de acordo com a Abrablin (Associação Brasileira de Blindagem). Por conta do dado, é o mercado com maior número de carros blindados do mundo, na frente até de regiões como o Oriente Médio. O título, pelo qual não se deve orgulhar, faz com que uma pessoa gaste, em média, R$ 45 mil para proteger sua vida.

O nível de blindagem mais comum no país é a III-A que, segundo a associação, é eficaz contra tiros de pistolas, revólveres e submetralhadoras. Corresponde a 90% do mercado, enquanto menos de 10% optam pela blindagem I, que protege de calibre .22, .32 e .38, e custa cerca de R$ 30 mil. Para maior resistência balística (III), usado em veículos de banqueiros, por exemplo, são suportados tiros de fuzis AK-47, FAL e AR-15. Para isso, no entanto, o usuário precisa de permissão do Exército. 

Passo a passo da proteção

A primeira etapa no processo de blindagem de um veículo consiste nas medições do carro, a partir de um projeto digitalizado. Em seguida, o veículo passa por uma desmontagem. São retirados bancos e forro interno; volante, pedais, console central e câmbio não são removidos, pois são cobertos por plástico bolha, assim como toda a carroceria e lanternas para que não haja nenhum tipo de dano ao carro. Ao serem retiradas, todas as peças ficam armazenadas e identificadas para não ter problema na hora de recolocar cada peça em seu devido lugar. A parte elétrica deve permanecer intacta para manter a garantia da montadora. 

Com o veículo já desmontado, é colocada a manta de aramida por toda a extensão da carroceria, desde a tampa interna do porta malas até a parte frente dos pedais para proteger os pés dos ocupantes. A manta é colocada na coluna do veículo e há uma sobreposição de aço, chamada overlap para reforçar a proteção, tendo em vista que o aço só é utilizado em áreas muito estreitas - junção das portas, borda dos vidros e vigia -, onde a aramida não oferece resistência necessária. José Raimundo, gerente de fábrica da blindadora Trasco Bremen, localizada em São Paulo (SP), explica que “a aramida é feita a partir de uma fibra especial, porque seus fios entrelaçados distribuem a força do impacto para todos os lados, impedindo que o projétil perfure a carroceria".

Depois de a estrutura do veículo ser blindada, é a hora de os vidros serem colocados. “Quando o veículo chega à fábrica e retiramos banco e forro interno, imediatamente trituramos os vidros e os jogamos fora, por causa do número do chassi”, ressalta José Raimundo.

Uma vez colocados os vidros blindados, chegou a hora da remontagem de bancos e forros. Com o carro cerca de 140 quilos mais pesado, são feitos testes de mudança gravitacional do carro e mudanças na suspensão para compensar o peso extra. “Trocamos a mola de suspensão por uma mais grossa para aguentar o peso da blindagem nas ruas e estradas brasileiras. Além disso, fazemos o teste de estanqueidade, que simula uma forte chuva por três minutos sem parar para verificar se o carro não apresenta nenhum tipo de vazamento depois de todo processo de blindagem”, diz Irene Sposito, franqueada da Trasco Bremen.

Após os testes na fábrica, os veículos são avaliados nas ruas, passando por lombadas, paralelepípedos e todos os desníveis que as grandes cidades encontram em suas vias para, enfim, ser entregue às lojas ou aos clientes. 

Cuidado com o vidro aberto - uma dica importante para quem tem carro blindado é nunca bater a porta do veículo com o vidro aberto. O impacto pode causar rachaduras, tendo em vista que, quando fechado, o vidro se transforma numa espécie de bloco junto às portas. Diferentemente do material convencional, o blindado não se movimenta conforme a carroceria passa em buracos e lombadas, portanto, ao fechar a porta, feche primeiramente a janela.



FONTE : icarros.com.br
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PEQUENOS DEFEITOS PODEM VIRAR ENORMES PREJUÍZOS 0

13 de Fevereiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Problemas que, a princípio, parecem pequenos, podem se transformar em uma enorme dor de cabeça. Isso porque raramente eles recebem a devida atenção. E, em relação a carros, não é diferente. Em especial quando são freios e pneus. Estes itens essenciais para a segurança foram reprovados em pesquisas feitas pelo Instituto Mapfre de Segurança Viária. E, pior: estão ruins ou abaixo do ideal em mais de 70% dos veículos que circulam pelas cidades brasileiras. Além da questão da segurança, essa falta de cuidado pesa também no bolso. Autoesporte selecionou os exemplos mais comuns de como um “defeitinho” pode virar um grande prejuízo.

Pastilhas de freios

Rodar com problemas no freio pode trazer conseqüências bastante ruins que, muitas vezes, teriam sido evitadas com a simples troca das pastilhas. "Certa vez, um cliente chegou com o carro batido devido às pastilhas gastas. Era um Gol 1.0 e foi preciso trocar desde o radiador e o ar-condicionado até a correia dentada. Foi um caso extremo e, para consertar tudo, ele gastou R$ 7 mil", relata Wagner Gimenez, dono da oficina Auto Fix Serviços Automotivos, de São Paulo. Se tivesse trocado o jogo de pastilhas, o gasto não teria ultrapassado R$ 150. "Esse é o preço médio de um jogo (instalado) para carros populares. Já para importados, o jogo não costuma custar menos que R$ 600", diz Gimenez, que completa: "O tipo de colisão mais comum é a traseira e normalmente os prejuízos passam de R$ 2 mil".

Correia dentada

Responsável pela conexão do(s) eixo(s) comando(s) de válvulas com o virabrequim, a correia dentada faz a sincronia entre a abertura e fechamento das válvulas – tanto as de admissão como as de exaustão. Entretanto, quando ela se rompe, a movimentação das válvulas fica desordenada e elas podem vir a se chocar com os pistões. Se isso ocorrer, o carro não anda.

O conserto consiste em uma retífica do cabeçote do motor: será preciso substituir as válvulas e guias danificadas, refazer suas sedes (local onde elas são alojadas), com o intuito de garantir o correto assentamento e evitar a passagem de óleo para as câmaras de combustão.

O proprietário do automóvel pode evitar que isso aconteça, trocando a correia a cada 50 mil km (quilometragem definida pela maior parte das montadoras). O serviço completo em um carro popular sai por R$ 200, em média. Entretanto, segundo Gimenez, "se a troca não for feita, o cabeçote estoura e o custo não será menor que R$ 2 mil". Nos motores multiválvulas, a exemplo de um Fit 1.4 16V, o custo fica em torno de R$ 5 mil. Já propulsores que usam corrente (interna) no lugar da dentada, de borracha (como nos Ford RoCam e BMW), a troca não é necessária.

Lâmpadas

Poucas pessoas pensam em trocar a lâmpada do farol, mesmo quando ela está queimada. Isso pode acabar causando prejuízo muito maior: enquanto uma lâmpada nova custa cerca de R$ 20, o preço da multa por circular com ela queimada é R$ 85. Sem contar o fato de ser considerada uma infração média, que rende ao proprietário do veículo quatro pontos na carteira de habilitação.
 

Gasolina
 
Um litro de gasolina custa pouco menos que R$ 3 em São Paulo. Mas parar na rua por falta de combustível, além de render multa de R$ 85 e quatro pontos na habilitação, pode ocasionar problemas mais graves. "A constante falta de gasolina pode queimar a bomba de combustível, que não deve rodar seca", diz José Aurélio, da JF Auto Center. Nessa circunstância o prejuízo é muito maior. "Em um modelo como o Gol 1.0 com injeção, o serviço sai por volta de R$ 350", avisa o mecânico.
 
Palhetas ressecadas
 
Conferir o estado da borracha do limpador de pára-brisa não é um ato dos mais comuns entre os donos de carros. Muitos só lembram dela quando, devido ao seu ressecamento, o vidro já está riscado, comprometendo a visibilidade. Dessa forma, o jeito é trocar tanto a palheta como o vidro. Em um carro mais barato, como os 1.0, os gastos ficam em torno de R$ 320 (R$ 20 pelo par de palhetas e R$ 300 pelo vidro).
 
Pneus ruins
 
Não é novidade para ninguém que rodar com pneus carecas é perigoso. Mesmo assim, eles são muito comuns por aí. Uma das causas, talvez, seja o preço de um novo (aro 13” começa em R$ 150), o que leva o dono do carro a adiar a troca: "Para economizar, a maioria das pessoas acaba trocando a ordem dos pneus. Ou seja, colocam os que estão em pior estado atrás e os melhores na frente", comenta Polidoro. Essa prática, no entanto, pode causar danos ainda piores. Em especial quando o jogo está todo comprometido, o que aumenta a chance de colisões e principalmente, pode tornar o carro inseguro ao rodar na chuva. Evite de utilizar os pneus remoldados: atualmente há enorme gama de pneus asiáticos novos com preços acessíveis e qualidades das mais diversas.

Óleo

O lubrificante é fundamental para o funcionamento do motor. Mas nem por isso ele é trocado dentro dos prazos recomendados. É difícil achar até mesmo quem verifique o seu nível na freqüência recomendada. E se o óleo estiver velho (mais de um ano no motor) ou muito abaixo do nível máximo da vareta, ele perde suas funções. Ou seja, não irá lubrificar, limpar, proteger e ajudar na refrigeração do propulsor. Em outras palavras, o funcionamento e o tempo de vida útil da máquina ficam comprometidos.

O pior que pode acontecer é o motor fundir e, nesse caso, os gastos passam facilmente de R$ 5 mil, caso de um motor mais simples. Para não correr o risco de tomar esse prejuízo, o melhor é sempre verificar o nível do óleo e fazer a substituição dentro do prazo determinado pela montadora. Embora não seja recomendado, completar o óleo (desde que seja da mesma origem do utilizado, mineral ou sintético) é melhor do que rodar com pouco lubrificante. O preço do litro do lubrificante varia entre R$ 8 e R$ 40.

Não economize com o filtro de óleo. Sua troca deve ser no mínimo intercalada com a do lubrificante.

Água

Outro item fundamental para o funcionamento do propulsor, mas que poucas pessoas se lembram de verificar, é a água: sua falta é uma das principais causas de motores fundidos. "Sem água e fluido, a junta do cabeçote queima e, se continuar a rodar, o motor funde. Para que o carro volte a rodar, o proprietário gasta por volta de R$ 4 mil", explica Gimenez, que conclui: "O ideal é que o nível da água seja verificado pelo menos uma vez ao mês". E, claro, não se deve colocar apenas água: há desde fluidos já diluídos na proporção correta, como os concentrados, que devem ser adicionados de água.


 
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