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PEQUENOS DEFEITOS PODEM VIRAR ENORMES PREJUÍZOS 0

13 de Fevereiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Problemas que, a princípio, parecem pequenos, podem se transformar em uma enorme dor de cabeça. Isso porque raramente eles recebem a devida atenção. E, em relação a carros, não é diferente. Em especial quando são freios e pneus. Estes itens essenciais para a segurança foram reprovados em pesquisas feitas pelo Instituto Mapfre de Segurança Viária. E, pior: estão ruins ou abaixo do ideal em mais de 70% dos veículos que circulam pelas cidades brasileiras. Além da questão da segurança, essa falta de cuidado pesa também no bolso. Autoesporte selecionou os exemplos mais comuns de como um “defeitinho” pode virar um grande prejuízo.

Pastilhas de freios

Rodar com problemas no freio pode trazer conseqüências bastante ruins que, muitas vezes, teriam sido evitadas com a simples troca das pastilhas. "Certa vez, um cliente chegou com o carro batido devido às pastilhas gastas. Era um Gol 1.0 e foi preciso trocar desde o radiador e o ar-condicionado até a correia dentada. Foi um caso extremo e, para consertar tudo, ele gastou R$ 7 mil", relata Wagner Gimenez, dono da oficina Auto Fix Serviços Automotivos, de São Paulo. Se tivesse trocado o jogo de pastilhas, o gasto não teria ultrapassado R$ 150. "Esse é o preço médio de um jogo (instalado) para carros populares. Já para importados, o jogo não costuma custar menos que R$ 600", diz Gimenez, que completa: "O tipo de colisão mais comum é a traseira e normalmente os prejuízos passam de R$ 2 mil".

Correia dentada

Responsável pela conexão do(s) eixo(s) comando(s) de válvulas com o virabrequim, a correia dentada faz a sincronia entre a abertura e fechamento das válvulas – tanto as de admissão como as de exaustão. Entretanto, quando ela se rompe, a movimentação das válvulas fica desordenada e elas podem vir a se chocar com os pistões. Se isso ocorrer, o carro não anda.

O conserto consiste em uma retífica do cabeçote do motor: será preciso substituir as válvulas e guias danificadas, refazer suas sedes (local onde elas são alojadas), com o intuito de garantir o correto assentamento e evitar a passagem de óleo para as câmaras de combustão.

O proprietário do automóvel pode evitar que isso aconteça, trocando a correia a cada 50 mil km (quilometragem definida pela maior parte das montadoras). O serviço completo em um carro popular sai por R$ 200, em média. Entretanto, segundo Gimenez, "se a troca não for feita, o cabeçote estoura e o custo não será menor que R$ 2 mil". Nos motores multiválvulas, a exemplo de um Fit 1.4 16V, o custo fica em torno de R$ 5 mil. Já propulsores que usam corrente (interna) no lugar da dentada, de borracha (como nos Ford RoCam e BMW), a troca não é necessária.

Lâmpadas

Poucas pessoas pensam em trocar a lâmpada do farol, mesmo quando ela está queimada. Isso pode acabar causando prejuízo muito maior: enquanto uma lâmpada nova custa cerca de R$ 20, o preço da multa por circular com ela queimada é R$ 85. Sem contar o fato de ser considerada uma infração média, que rende ao proprietário do veículo quatro pontos na carteira de habilitação.
 

Gasolina
 
Um litro de gasolina custa pouco menos que R$ 3 em São Paulo. Mas parar na rua por falta de combustível, além de render multa de R$ 85 e quatro pontos na habilitação, pode ocasionar problemas mais graves. "A constante falta de gasolina pode queimar a bomba de combustível, que não deve rodar seca", diz José Aurélio, da JF Auto Center. Nessa circunstância o prejuízo é muito maior. "Em um modelo como o Gol 1.0 com injeção, o serviço sai por volta de R$ 350", avisa o mecânico.
 
Palhetas ressecadas
 
Conferir o estado da borracha do limpador de pára-brisa não é um ato dos mais comuns entre os donos de carros. Muitos só lembram dela quando, devido ao seu ressecamento, o vidro já está riscado, comprometendo a visibilidade. Dessa forma, o jeito é trocar tanto a palheta como o vidro. Em um carro mais barato, como os 1.0, os gastos ficam em torno de R$ 320 (R$ 20 pelo par de palhetas e R$ 300 pelo vidro).
 
Pneus ruins
 
Não é novidade para ninguém que rodar com pneus carecas é perigoso. Mesmo assim, eles são muito comuns por aí. Uma das causas, talvez, seja o preço de um novo (aro 13” começa em R$ 150), o que leva o dono do carro a adiar a troca: "Para economizar, a maioria das pessoas acaba trocando a ordem dos pneus. Ou seja, colocam os que estão em pior estado atrás e os melhores na frente", comenta Polidoro. Essa prática, no entanto, pode causar danos ainda piores. Em especial quando o jogo está todo comprometido, o que aumenta a chance de colisões e principalmente, pode tornar o carro inseguro ao rodar na chuva. Evite de utilizar os pneus remoldados: atualmente há enorme gama de pneus asiáticos novos com preços acessíveis e qualidades das mais diversas.

Óleo

O lubrificante é fundamental para o funcionamento do motor. Mas nem por isso ele é trocado dentro dos prazos recomendados. É difícil achar até mesmo quem verifique o seu nível na freqüência recomendada. E se o óleo estiver velho (mais de um ano no motor) ou muito abaixo do nível máximo da vareta, ele perde suas funções. Ou seja, não irá lubrificar, limpar, proteger e ajudar na refrigeração do propulsor. Em outras palavras, o funcionamento e o tempo de vida útil da máquina ficam comprometidos.

O pior que pode acontecer é o motor fundir e, nesse caso, os gastos passam facilmente de R$ 5 mil, caso de um motor mais simples. Para não correr o risco de tomar esse prejuízo, o melhor é sempre verificar o nível do óleo e fazer a substituição dentro do prazo determinado pela montadora. Embora não seja recomendado, completar o óleo (desde que seja da mesma origem do utilizado, mineral ou sintético) é melhor do que rodar com pouco lubrificante. O preço do litro do lubrificante varia entre R$ 8 e R$ 40.

Não economize com o filtro de óleo. Sua troca deve ser no mínimo intercalada com a do lubrificante.

Água

Outro item fundamental para o funcionamento do propulsor, mas que poucas pessoas se lembram de verificar, é a água: sua falta é uma das principais causas de motores fundidos. "Sem água e fluido, a junta do cabeçote queima e, se continuar a rodar, o motor funde. Para que o carro volte a rodar, o proprietário gasta por volta de R$ 4 mil", explica Gimenez, que conclui: "O ideal é que o nível da água seja verificado pelo menos uma vez ao mês". E, claro, não se deve colocar apenas água: há desde fluidos já diluídos na proporção correta, como os concentrados, que devem ser adicionados de água.


 
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Econômico, motor de 3 cilindros é a 'bola da vez' para carros 0

11 de Fevereiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Desde o primeiro motor a gasolina fabricado em 1885 por Gottlieb Daimler, engenheiros do mundo inteiro vêm buscando alternativas para melhorar sua eficiência, ou seja, torná-lo mais econômico, mais potente, com maior torque e menos poluente.

Os atuais motores de três cilindros, como o usado no  Up!, são mais uma etapa deste infindável processo em busca da "eficiência energética".

Nos quesitos economia e desempenho, os três cilindros se saem bem, mas têm ainda o inconveniente de fazerem o motor tremer mais que o normal em altas rotações.

Antes do Up!, a Volkswagen usou esse motor no Fox Bluemotion, justamente uma versão do hatch que pretende ser mais econômica.

Enquanto a maioria dos compactos e médios utiliza motores de 4 cilindros, o de 3 deve aparecer também no novo Ka . E também é o tipo de propulsor do Hyundai HB20 e seus derivados HB20S e HB20X, além do Kia Picanto.
 

Atrito menor, menos calor desperdiçado, ruído e peso menores, alterações na aerodinâmica e queima incompleta são os alvos das principais montadoras para atingir essa eficiência almejada, que pode render boa ou má propaganda anualmente, quando o Inmetro divulga as médias de consumo e de emissão da maioria dos modelos à venda no Brasil (leia os resultados de 2014).

Veja abaixo o que traz de novidades os motores de três 3 cilindros e entenda por que eles se tornoram a "bola da vez" no mercado de automóveis.

Menos atrito
É sabido que 20% da potência gerada por um motor é utilizada para vencer os atritos. De cara, o motor com um cilindro a menos já economiza 15% dessa conta, ou seja, permite aproveitar mais a potência do motor para movimentar o carro propriamente.
 

No restante do motor também pode haver uma diminuição desse atrito, alcançada através do desenvolvimento de novos materiais, como os novos anéis de pistões que reduziram o atrito com as paredes dos cilindros. Além disso, alterações no sistema de lubrificação interna também trouxeram bons resultados: em alguns motores, a famosa bomba de óleo já é gerenciada eletronicamente.

'Emagrecimento'
Um cilindro a menos não é só um pistão e uma biela a menos, mas também uma redução no tamanho do bloco do motor, cabeçote, comando de válvulas, virabrequim (eixo que recebe e transforma os movimentos lineares do pistão em rotacionais). Dependendo do modelo, estamos falando de 30 quilos a menos.

A redução de peso traz também alguns benefícios indiretos, por facilitar o trabalho do motor de partida, exigir menos dos coxins que suportam o motor, aliviar o esforço da suspensão dianteira e, com o tamanho reduzido, permite melhor manuseio durante as manutenções.
 

Mais eficiente
Queimar todo o combustível, ou ao menos a maior parte dele, dentro da câmara de combustão sempre foi o objetivo dos projetistas, e nos novos motores de três cilindros os avanços foram significativos, como as alterações no desenho da câmara de combustão e da cabeça dos pistões.

Dessa forma, as perdas são menores pelo escapamento e a eficiência melhora.

Outra mudança de peso foi a injeção direta de combustível com alta pressão que, atrelada ao sistema de admissão de ar, com turbinas de baixa inércia (com respostas mais rápidas de pressurização em baixas rotações), dá um fôlego maior.

Para finalizar o processo de melhoria na queima do combustível, foi adaptado para o motor de três cilindros o comando de válvulas variável, que otimiza as entradas e saídas dos gases na câmera de combustão.

Essas alterações podem ser notadas nas respostas mais rápidas e no desempenho em subidas, fora as vantagens no desempenho. O planeta também agradece, afinal são 20% a menos de poluentes no ar.

Menos calor jogado fora
Com um cilindro a menos, tem-se uma menor geração de calor, isto implica menos energia dissipada.

O sistema de arrefecimento também mudou. Com canais de água na horizontal, conseguiu-se maior uniformidade na temperatura nos cilindros e uma retirada mais rápida do calor excessivo nas câmeras de combustão.

Ainda falando de calor, o ar frio externo que entra no motor é misturado ao ar quente proveniente da ventilação forçada do cárter (reservatório que recebe todo o óleo do motor). Uma válvula gerenciada pelo módulo da injeção faz a mistura entre o ar frio e quente, padronizando a temperatura do ar admitido na câmera de combustão.

Vibração sempre foi um problema
Todo dispositivo mecânico que possui um eixo com altas rotações exige uma distribuição de massas e forças de forma homogênea em relação à linha central deste eixo. Explicando melhor, imagine um ventilador com quatro pás: se você retirar ou quebrar uma delas, ele vai começar a vibrar de forma intensa.

O mesmo efeito acontece na maquina de lavar roupa: quando você coloca todas as roupas de um mesmo lado, a máquina vibra tanto que parece que vai sair do lugar. No caso do motor de um carro, além de um eixo excêntrico que é o virabrequim, temos três pistões atrelados, produzindo forças tangenciais e cíclicas neste mesmo eixo.

As montadoras possuem máquinas especiais que fazem a aferição do nível de vibração do motor, mas, no caso dos motores três cilindros, este “balanceamento” é mais difícil, pois temos um ciclo de quatro tempos com três pistões posicionados em um ângulo 120 graus.

Esta configuração gera um desequilíbrio de massas e consequente vibração, por isso alguns motores lançaram mão de um segundo eixo, contendo um contrapeso para diminuir as vibrações do motor, conhecido como eixo ou árvore de equilíbrio.

Apesar de todos os esforços, ainda se percebe algum desconforto com a vibração em altas rotações. Podemos notar que não existem fórmulas mágicas para tornar um motor à combustão mais eficiente. O que temos são o conjunto de várias pequenas alterações que, quando agrupadas, acabam por produzir resultados significativos de economia e desempenho.

Entenda como funciona o cilindro
É uma abertura dentro do bloco do motor por onde o pistão se desloca, imagine uma garrafa pet sem a parte de cima e sem a parte de baixo, o que sobra é um cilindro. Um motor é definido pela quantidade de cilindros e pela maneira que eles estão dispostos. 

A função dele é guiar os movimentos cíclicos e lineares dos pistões. A cada combustão o pistão se desloca dentro do cilindro e, com a ajuda da biela e do virabrequim, eles acabam por transformar um movimento retilíneo em rotacional.
 

Na maioria dos carros, os motores possuem quatro cilindros, mas temos motores com três, cinco, seis, oito, dez e doze cilindros.

Os cilindros podem estar dispostos em diversas posições, por exemplo: em linha (maioria), em “V”, em “W” e o horizontal  (famoso boxer do fusca).

É desta definição que surge, por exemplo, o motor V8, afinal ele possui oito cilindros dispostos em “V”.



 

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Da água à revisão. 0

23 de Janeiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Basta a pessoa comprar um carro para ouvir uma avalanche de informações desencontradas. Entre mitos, verdades e delírios algumas dicas podem ser importantes para conservação do seu automóvel e para evitar gastos desnecessários. Se você é motorista de primeira viagem e não entende nada sobre veículos, veja 10 recomendações simples que são fundamentais para os primeiros dias frente ao volante.
 
Revisão - Se ainda não deu dinheiro para um carro zero, o primeiro passo é fazer uma revisão detalhada da sua nova aquisição. Motor, freios, suspensão, parte elétrica, tudo precisa ser checado, por mais que o vendedor tenha usado aquela velha estratégia “que era carro de garagem e que foi todo revisado”. Óleos, fluido de freio e correias é recomendado trocar porque você não sabe quando foi feita a manutenção anterior. Procure uma mecânica de sua confiança. Se você comprou um carro novo, fique atento às datas das revisões obrigatórias indicadas pela montadora.
 
Mistura combustível - Carros flex podem usar qualquer mistura de combustível. Ponto. Todo o resto que você escutar é mito. Você pode usar sempre só álcool ou a vida toda gasolina que o motor não vai “viciar”, como dizem. Também pode misturar os dois nos percentuais que desejar. Com relação a qual combustível é mais vantajoso, é preciso fazer os cálculos. O álcool gasta mais e por isso só vale a pena se o preço está até 70% do valor da gasolina.
 
Óleo do motor - A primeira coisa a aprender é que não se olha o nível do óleo com o motor quente. Ele precisa estar desligado há pelo menos 10 minutos e o automóvel deve estar no lugar plano. Respeitado isso, você ou o frentista podem olhar o nível, que deve estar entre o mínimo e o máximo da vareta. Se estiver a baixo (é normal baixar um pouco), complete com o mesmo lubrificante recomendado pela montadora. E siga à risca os prazos de troca, que geralmente fica entre 10 mil e 15 mil quilômetros.
 
Água - Sim, o motor do seu carro também precisa de água. Mas não é só água. No sistema de arrefecimento vai também um aditivo para conservar as peças. Esse aditivo é recomendado pela montadora e deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros. O liquido do arrefecimento (água e aditivo) também deve ser verificado com o motor frio. Se estiver pouco abaixo do nível, basta completar. Se seguir baixando, deve haver algum vazamento e é preciso procurar um mecânico.
 
Kit obrigatório e extintor - Vá se acostumando, enquanto você tiver carro eles serão sempre lembrados. No porta-malas fica o kit obrigatório com estepe, chave de roda, macaco e triângulo. Caso não estejam lá, trate de comprar. Sem eles, você será multado. O extintor também precisa estar no lugar. Olhe a data de validade. Mesmo sem nunca ser usado, ele tem que estar no prazo. E também não deve estar enrolado naquele plástico.
 
Garantia - Caso tenha tirado um carro novinho da concessionária, trate de estudar o manual do proprietário. Pode parecer chato, mas é extremamente importante. Ali estarão informações sobre a garantia. Não fazer as revisões e usar algumas peças não-recomendadas são situações que provocam a perda de garantia. Colocar som e alarme fora da concessionária, por exemplo, faz você perder a garantia do sistema elétrico.
 
Comum, Premium ou aditivada? - Essa é uma dúvida até dos motoristas experientes. Vamos lá. A comum é autoexplicativa, não tem componentes diferenciados. A aditivada é composta por uma série de detergentes especiais que tem como função evitar o acúmulo de sujeira no sistema de injeção. Já a Premium tem também os detergentes, mas trazem mais octanas, que são aproveitadas em motores com maior taxa de compressão, especialmente em motores mais potentes, 1.8 ou 2.0. Se você tem um carro popular, a Premium pouco terá efeito
 
Ar-condicionado - Primeiro: seu carro gasta mais combustível com o ar ligado, sim, em média 20% a mais. Segundo: você precisa ligar o ar mesmo no inverno, pelo menos uma vez por semana, para conservar o sistema. Terceiro: o botão da recirculação (aquele com uma seta que indica que o ar circulará somente na parte interna) não precisa estar sempre pressionado. Se você não estiver em áreas de engarrafamento ou empoeiradas, é bom às vezes deixar o ar entrar de fora. Quarto: o gás do ar não gasta. Só precisa ser trocado ou reposto se tiver problema no sistema. Pode usar à vontade que ele não gasta.
 
Direção hidráulica - Não é conversa de frentista, também é preciso conferir o óleo da direção hidráulica. O óleo não baixa caso esteja tudo correto no sistema. Se estiver abaixo do nível, é preciso completar e buscar uma empresa para checar o que está acontecendo.
 
Som e rodas - Antes de correr para uma loja de acessórios para colocar som e rodas novas, duas dicas são fundamentais. No caso das rodas, se pretende mudar o tamanho do aro é preciso consultar se a montadora permite. Alguns veículos são projetados para um tamanho de aro, outros não. Rodas fora da recomendação trarão problemas na suspensão e na estabilidade. No caso do som, é preciso ver se a bateria suporta os novos equipamentos para não correr o risco de empurrar seu novo patrimônio.



Fonte: terra.com.br
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Proteja o seu Patrimônio! 0

12 de Novembro, 2012  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

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