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Quase 2 milhões de rastreadores veiculares foram vendidos em 2012 no Brasil 0

27 de Fevereiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Estudo recente da IDC, renomada consultoria em inteligência de mercado, revela que em 2012 foram comercializados 1,94 milhão de dispositivos de rastreamento veicular e de gestão de frotas, movimentando cerca de R$ 1,5 bilhão.

Segundo esse levantamento, 39% das empresas que já possuem esse tipo de solução de segurança pretendem investir na ampliação desses recursos até o final de 2014.

Para Samuel Carvalho, analista da IDC, “os principais motivos para a contratação são o crescente número de roubos de cargas e de veículos, o controle sobre as horas trabalhadas pelos motoristas, a redução de custos e a busca por mais eficiência no controle de rotas”.

Velhos e novos mercados

Como era de se imaginar, a pesquisa confirmou que as companhias que mais gastam com esse tipo de tecnologia são o de gestão de frotas, o varejo e as seguradoras. Porém um nicho novo e inesperado despontou: o de iscas eletrônicas — o qual movimentou cerca de R$ 64 milhões no ano passado e estima-se que ele deva manter um crescimento que gira em torno de 30% nos próximos anos.

Carvalho ainda observa que a maior fatia desse mercado é direcionado para carros. Do total de dispositivos vendidos, 65% foram instalados em veículos leves e 35% nos pesados.  “Esse é um setor muito promissor e a demanda para consumidor corporativo está mais evidente tanto para frota pesada, um pouco mais madura, quanto para a leve, que possui baixo índice de penetração”, comentou o analista.

Para os compradores, conforme também identificou o estudo, “é importante estar atento à qualidade do rastreador, à eficiência na busca após um roubo, à rede de assistência técnica e, para as frotas corporativas, a qualidade do portal de acesso das informações é fundamental”.

Expectativas animadoras

Apesar de a Resolução 245 do Contran, criada em 2007 mas que ainda não está completamente em vigor, prever que veículos saídos de fábrica devem ter equipamentos antifurto, a IDC projeta um crescimento de 14% nas vendas dos rastreadores entre 2013 e 2017, originando um aumento de receita de 11,6%.



Fonte: Rosa Arraiais Comunicação

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Brasil não participa do recall do Porsche 911 GT3 0

25 de Fevereiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

O mercado brasileiro está fora do chamamento de inspeção do Porsche 911 GT3, anunciado recentemente pela fábrica. Isto porque somente uma unidade foi recebida pela Stuttgart Sportcar, importadora oficial da marca no país. A Porsche informou que esta unidade faz parte da frota da própria empresa e será submetida aos reparos necessários, tão logo sejam detalhados pela fábrica.

Fora do Brasil, a montadora estará inspecionando todos os motores dos 911 GT3 do ano-modelo 2014, que são equipados com um 3.6 turbo de 476 cv e 44,9 kgfm de torque. A Porsche está notificando diretamente os proprietários dos veículos afetados por esta iniciativa e recomendando que parem de usar seus veículos. A empresa está se oferecendo para retirar os veículos e levá-los imediatamente a um Porsche Centre. 

A empresa decidiu, preventivamente, inspecionar todos os 785 veículos entregues em todo o mundo depois que ocorreram danos ao motor em dois veículos na Europa e ambos se incendiaram. Não houve acidentes de trânsito nem danos pessoais. Estudos internos para determinar a causa dos danos ao motor ainda não foram concluídos.

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Brasil é o quarto maior mercado automotivo 0

24 de Fevereiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Mesmo tendo registrado queda de 1,6% nas vendas totais em 2013 na comparação com 2012, o mercado brasileiro de automóveis foi o quarto maior do mundo, ficando atrás de China, EUA e Japão. Por aqui, 3.575.947 veículos e comerciais leves 0km foram comercializados. Entre os três primeiros, o número foram, respectivamente, 19.311.225, 15.597.227 e 5.320.994. O Brasil se manteve acima do mercado alemão, que comercializou 3.161.669 carros no ano passado.

Entre as montadoras, dois mil e treze reafirmou a dominância da Toyota, que registrou 6.369.184 unidades vendidas. Em segundo lugar ficou a Volkswagen, com 5.964.344, e a Ford, 5.329.663. A marca do oval azul registrou aumento de 10.91% nas vendas na comparação com 2012.

Os três carros mais vendidos do mundo, considerando-se apenas os dez maiores mercados, foram o Ford Focus (1.023.790, foto), o Toyota Corolla (895.925) e as picapes da série F da Ford (885.727).




Fonte : www.icarros.com,br

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Princípios da direção defensiva 0

22 de Fevereiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana - 6% são por questões relacionadas à estrada e 4% por falhas mecânicas. No que tange aos motoristas, são três os principais problemas: imprudência, quando alguma regra é conscientemente quebrada; negligência, quando não há cuidado no cumprimento das normas; e imperícia, ou seja, falta da habilidade necessária à condução do veículo. 

Para evitar os acidentes causados pelo homem foi formulada a direção defensiva, conjunto de recomendações de segurança que deve ser repassado a todos os motoristas durante as aulas na autoescola ou na renovação da Carteira Nacional de Habilitação. 

As aulas de direção defensiva dividem-se em seis grandes assuntos

01 - Dirigir com excesso ou escassez de luz.

- em caso de via escura, o motorista pode se guiar pela faixa branca na lateral da pista; 
- é preciso cuidado com o farol alto, que ofusca o motorista na via de sentido oposto. O indicado é baixar a luz quando outro veículo se aproximar na pista contrária; 
- o farol alto também pode cegar temporariamente o carro da frente, quando a luz incide no retrovisor. Nesses casos, também é aconselhável diminuir o farol quando atrás de outro veículo no mesmo sentido; 
- é indicado, sempre que possível, trafegar com luz baixa.

02 - Dirigir em condições adversar de tempo.

- neblina - diminui a visibilidade. Recomenda-se ligar o farolete ou os ou faróis baixos e só parar em locais com acostamento, sinalizando com o pisca; 
- chuvas - a pista molhada diminui a aderência entre os pneus e o solo, o que pode gerar a aquaplanagem e perda de controle. Diminua a velocidade e freie com cuidado; 
- granizo - como em outros casos de baixa visibilidade, o ideal é manter distância do carro da frente e ir devagar; 
- vento - se o vento estiver transversal, a recomendação é abrir as janelas; se vier de frente, aconselha-se diminuir a velocidade. Atenção com objetos que podem ser arremessados contra os vidros.

03 - Cuidado com a situação das estradas.

- em caso de problemas na conservação das pistas, é indicado adequar a velocidade às condições observadas 
- recomenda-se atenção a desvios, trechos em meia pista ou sem acostamento; 
- em vias sem sinalização, atenção redobrada; 
- definir o trajeto antecipadamente é uma forma de evitar conversões bruscas e velocidades abaixo das mínimas ao se procurar um endereço; 
- em descidas, a indicação é usar o freio rápida e suavemente, e manter-se com a marcha engatada (em vez de fazer "banguela").

04 - Cuidados com o veículo.

- fazer a manutenção periódica do veículo é uma das medidas preventivas - pneus (calibragem e desgaste), limpador de para-brisas, quantidade de combustível, nível do óleo, condições das pastilhas de freio e funcionamento do motor são alguns dos itens que devem ser periodicamente checados.

05 - Condições do motorista.

- fatores físicos como cansaço, visão ou audição comprometidas diminuem a atenção e aumentam os riscos de acidente; 
- comer demais ou deixar de se alimentar são atitudes que geram reflexos físicos não aconselháveis a um condutor; 
- fatores emocionais e psiocológicos - nervosismo, tensão, inexperiência, excitação ou tristeza - também fazem o motorista perder o foco; 
- dirigir com sono, embriado ou sobre efeito de substâncias tóxicas (remédios ou drogas) também não é aconselhável.

06 - Como evitar colisões.

- manter distância do carro da frente, para dar espaço a reações bruscas, em caso de atitudes inadvertidas do outro motorista; 
- sinalizar corretamente as conversões; 
- em cruzamentos não sinalizados, o veículo na via da direita tem preferência; se houver placa de "dê a preferência", vale a placa; 
- quando em marcha ré, retorceder devagar e sempre observando os dois espelhos; 
- Direção e celular não combinam: além de ser contra a lei atender ligações ao volante, o telefone desvia a atenção do condutor;
- da percepção do problema à reação por parte do motorista passam-se, pelo menos, dois segundos. Para medir esse intervalo, marque um ponto X e conte "três mil e um, três mil e dois" entre o instante em que o carro da frente passa pelo ponto e o em que o próprio carro passa por ali; se o veículo de trás cruzar o ponto antes dos dois segundos, é porque a distância está pequena.




Fontes: Manual da Autoescola Atlântica e Detran-RJ

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Brasil é o mercado com maior número de blindados 0

20 de Fevereiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Em 2003, o Brasil tinha uma frota de 22 mil carros blindados. Um década depois, com crescimento de 445%, o número chegou a 120 mil, de acordo com a Abrablin (Associação Brasileira de Blindagem). Por conta do dado, é o mercado com maior número de carros blindados do mundo, na frente até de regiões como o Oriente Médio. O título, pelo qual não se deve orgulhar, faz com que uma pessoa gaste, em média, R$ 45 mil para proteger sua vida.

O nível de blindagem mais comum no país é a III-A que, segundo a associação, é eficaz contra tiros de pistolas, revólveres e submetralhadoras. Corresponde a 90% do mercado, enquanto menos de 10% optam pela blindagem I, que protege de calibre .22, .32 e .38, e custa cerca de R$ 30 mil. Para maior resistência balística (III), usado em veículos de banqueiros, por exemplo, são suportados tiros de fuzis AK-47, FAL e AR-15. Para isso, no entanto, o usuário precisa de permissão do Exército. 

Passo a passo da proteção

A primeira etapa no processo de blindagem de um veículo consiste nas medições do carro, a partir de um projeto digitalizado. Em seguida, o veículo passa por uma desmontagem. São retirados bancos e forro interno; volante, pedais, console central e câmbio não são removidos, pois são cobertos por plástico bolha, assim como toda a carroceria e lanternas para que não haja nenhum tipo de dano ao carro. Ao serem retiradas, todas as peças ficam armazenadas e identificadas para não ter problema na hora de recolocar cada peça em seu devido lugar. A parte elétrica deve permanecer intacta para manter a garantia da montadora. 

Com o veículo já desmontado, é colocada a manta de aramida por toda a extensão da carroceria, desde a tampa interna do porta malas até a parte frente dos pedais para proteger os pés dos ocupantes. A manta é colocada na coluna do veículo e há uma sobreposição de aço, chamada overlap para reforçar a proteção, tendo em vista que o aço só é utilizado em áreas muito estreitas - junção das portas, borda dos vidros e vigia -, onde a aramida não oferece resistência necessária. José Raimundo, gerente de fábrica da blindadora Trasco Bremen, localizada em São Paulo (SP), explica que “a aramida é feita a partir de uma fibra especial, porque seus fios entrelaçados distribuem a força do impacto para todos os lados, impedindo que o projétil perfure a carroceria".

Depois de a estrutura do veículo ser blindada, é a hora de os vidros serem colocados. “Quando o veículo chega à fábrica e retiramos banco e forro interno, imediatamente trituramos os vidros e os jogamos fora, por causa do número do chassi”, ressalta José Raimundo.

Uma vez colocados os vidros blindados, chegou a hora da remontagem de bancos e forros. Com o carro cerca de 140 quilos mais pesado, são feitos testes de mudança gravitacional do carro e mudanças na suspensão para compensar o peso extra. “Trocamos a mola de suspensão por uma mais grossa para aguentar o peso da blindagem nas ruas e estradas brasileiras. Além disso, fazemos o teste de estanqueidade, que simula uma forte chuva por três minutos sem parar para verificar se o carro não apresenta nenhum tipo de vazamento depois de todo processo de blindagem”, diz Irene Sposito, franqueada da Trasco Bremen.

Após os testes na fábrica, os veículos são avaliados nas ruas, passando por lombadas, paralelepípedos e todos os desníveis que as grandes cidades encontram em suas vias para, enfim, ser entregue às lojas ou aos clientes. 

Cuidado com o vidro aberto - uma dica importante para quem tem carro blindado é nunca bater a porta do veículo com o vidro aberto. O impacto pode causar rachaduras, tendo em vista que, quando fechado, o vidro se transforma numa espécie de bloco junto às portas. Diferentemente do material convencional, o blindado não se movimenta conforme a carroceria passa em buracos e lombadas, portanto, ao fechar a porta, feche primeiramente a janela.



FONTE : icarros.com.br
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