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Nova lei vai acelerar o rastreamento de veículos 0

10 de Abril, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Quando entrar em vigor, a nova norma que determina às montadoras que carros, caminhões e motos saiam de fábrica já com rastreadores, o setor de monitoramento de veículos no Brasil deverá ser aquecido. O mercado, onde a MobiView atua com excelência, pode apresentar crescimento de mais de um dígito no Brasil nos próximos dois ou três anos, quando começarem a ser sentidos os efeitos da Resolução 245 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). 

Há hoje cerca de 1,5 milhão de carros de passeio e 500.000 caminhões monitorados no País. Ainda assim, o roubo anual de automóveis por aqui corresponde à produção de um ano de uma montadora: 400.000 unidades. 

"A vigência da Resolução já foi adiada cinco vezes, mas agora tenho a impressão de que os prazos serão mantidos, finalmente", conta Cyro Buonavoglia, presidente da Associação de Empresas deGerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento, a Gristec. 

Estes prazos são os seguintes: a partir de janeiro de 2013, 20% de todos os automóveis e caminhões precisarão sair da fábrica com sistemas de bloqueio e rastreamento; em agosto, 100% destes veículos precisarão contar com os mesmos. 

Fonte: dci.com.br

 
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Entenda como funciona um sistema de rastreamento de veículos 0

02 de Abril, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

A preocupação com a segurança de bens vem crescendo muito em todo o mundo, e, obviamente, no Brasil, onde a legislação é bastante omissa, não poderia ser diferente.

Por aqui o mercado está bastante aquecido em virtude da grande demanda da população e da grande oferta de sistemas de segurança realmente modernos e eficientes presentes no país.

Assim, para a segurança de veículos, por exemplo, o sistema de monitoramento e rastreamento é um grande aliado para que nos sintamos mais seguros onde quer que estivermos.

Funcionamento de um sistema de rastreamento de veículos:

Os sistemas de monitoramento e rastreamento de veículos funcionam por meio de um equipamento que consegue localizar o veículo em tempo real onde quer que ele esteja.

Para isso, esses sistemas se valem de algumas tecnologias bastante versáteis e modernas, tais como GPS e GPRS.

Um rastreador de veículos tem em seu funcionamento dois circuitos que realizam simultaneamente três funções:

- Funcionam como GPS, sabendo com precisão a localização do veículo;

- Por meio da internet, transmitem as informações captadas pelo GPS para a base de dados;

- Tem capacidade para realizar o bloqueio do veículo em caso de furto ou de roubo (quando contratado também o bloqueio).

Algumas versões dos sistemas de rastreamento possuem ainda a função “pânico”(solicitado quando da contratação do serviço), que pode ser acionada pelo usuário quando esse estiver em uma situação de perigo eminente.

Essa função é muito eficiente, uma vez que, no caso de sequestros, por exemplo, quando o botão é acionado o veículo é rastreado e localizado em um tempo recorde.

Vale ressaltar que, embora os sistemas e as tecnologias de rastreamento e monitoramento de veículos sejam realmente eficientes, cabe ao consumidor optar por empresas de credibilidade e experiência no mercado na hora de contratar o sistema.

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Econômico, motor de 3 cilindros é a 'bola da vez' para carros 0

11 de Fevereiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Desde o primeiro motor a gasolina fabricado em 1885 por Gottlieb Daimler, engenheiros do mundo inteiro vêm buscando alternativas para melhorar sua eficiência, ou seja, torná-lo mais econômico, mais potente, com maior torque e menos poluente.

Os atuais motores de três cilindros, como o usado no  Up!, são mais uma etapa deste infindável processo em busca da "eficiência energética".

Nos quesitos economia e desempenho, os três cilindros se saem bem, mas têm ainda o inconveniente de fazerem o motor tremer mais que o normal em altas rotações.

Antes do Up!, a Volkswagen usou esse motor no Fox Bluemotion, justamente uma versão do hatch que pretende ser mais econômica.

Enquanto a maioria dos compactos e médios utiliza motores de 4 cilindros, o de 3 deve aparecer também no novo Ka . E também é o tipo de propulsor do Hyundai HB20 e seus derivados HB20S e HB20X, além do Kia Picanto.
 

Atrito menor, menos calor desperdiçado, ruído e peso menores, alterações na aerodinâmica e queima incompleta são os alvos das principais montadoras para atingir essa eficiência almejada, que pode render boa ou má propaganda anualmente, quando o Inmetro divulga as médias de consumo e de emissão da maioria dos modelos à venda no Brasil (leia os resultados de 2014).

Veja abaixo o que traz de novidades os motores de três 3 cilindros e entenda por que eles se tornoram a "bola da vez" no mercado de automóveis.

Menos atrito
É sabido que 20% da potência gerada por um motor é utilizada para vencer os atritos. De cara, o motor com um cilindro a menos já economiza 15% dessa conta, ou seja, permite aproveitar mais a potência do motor para movimentar o carro propriamente.
 

No restante do motor também pode haver uma diminuição desse atrito, alcançada através do desenvolvimento de novos materiais, como os novos anéis de pistões que reduziram o atrito com as paredes dos cilindros. Além disso, alterações no sistema de lubrificação interna também trouxeram bons resultados: em alguns motores, a famosa bomba de óleo já é gerenciada eletronicamente.

'Emagrecimento'
Um cilindro a menos não é só um pistão e uma biela a menos, mas também uma redução no tamanho do bloco do motor, cabeçote, comando de válvulas, virabrequim (eixo que recebe e transforma os movimentos lineares do pistão em rotacionais). Dependendo do modelo, estamos falando de 30 quilos a menos.

A redução de peso traz também alguns benefícios indiretos, por facilitar o trabalho do motor de partida, exigir menos dos coxins que suportam o motor, aliviar o esforço da suspensão dianteira e, com o tamanho reduzido, permite melhor manuseio durante as manutenções.
 

Mais eficiente
Queimar todo o combustível, ou ao menos a maior parte dele, dentro da câmara de combustão sempre foi o objetivo dos projetistas, e nos novos motores de três cilindros os avanços foram significativos, como as alterações no desenho da câmara de combustão e da cabeça dos pistões.

Dessa forma, as perdas são menores pelo escapamento e a eficiência melhora.

Outra mudança de peso foi a injeção direta de combustível com alta pressão que, atrelada ao sistema de admissão de ar, com turbinas de baixa inércia (com respostas mais rápidas de pressurização em baixas rotações), dá um fôlego maior.

Para finalizar o processo de melhoria na queima do combustível, foi adaptado para o motor de três cilindros o comando de válvulas variável, que otimiza as entradas e saídas dos gases na câmera de combustão.

Essas alterações podem ser notadas nas respostas mais rápidas e no desempenho em subidas, fora as vantagens no desempenho. O planeta também agradece, afinal são 20% a menos de poluentes no ar.

Menos calor jogado fora
Com um cilindro a menos, tem-se uma menor geração de calor, isto implica menos energia dissipada.

O sistema de arrefecimento também mudou. Com canais de água na horizontal, conseguiu-se maior uniformidade na temperatura nos cilindros e uma retirada mais rápida do calor excessivo nas câmeras de combustão.

Ainda falando de calor, o ar frio externo que entra no motor é misturado ao ar quente proveniente da ventilação forçada do cárter (reservatório que recebe todo o óleo do motor). Uma válvula gerenciada pelo módulo da injeção faz a mistura entre o ar frio e quente, padronizando a temperatura do ar admitido na câmera de combustão.

Vibração sempre foi um problema
Todo dispositivo mecânico que possui um eixo com altas rotações exige uma distribuição de massas e forças de forma homogênea em relação à linha central deste eixo. Explicando melhor, imagine um ventilador com quatro pás: se você retirar ou quebrar uma delas, ele vai começar a vibrar de forma intensa.

O mesmo efeito acontece na maquina de lavar roupa: quando você coloca todas as roupas de um mesmo lado, a máquina vibra tanto que parece que vai sair do lugar. No caso do motor de um carro, além de um eixo excêntrico que é o virabrequim, temos três pistões atrelados, produzindo forças tangenciais e cíclicas neste mesmo eixo.

As montadoras possuem máquinas especiais que fazem a aferição do nível de vibração do motor, mas, no caso dos motores três cilindros, este “balanceamento” é mais difícil, pois temos um ciclo de quatro tempos com três pistões posicionados em um ângulo 120 graus.

Esta configuração gera um desequilíbrio de massas e consequente vibração, por isso alguns motores lançaram mão de um segundo eixo, contendo um contrapeso para diminuir as vibrações do motor, conhecido como eixo ou árvore de equilíbrio.

Apesar de todos os esforços, ainda se percebe algum desconforto com a vibração em altas rotações. Podemos notar que não existem fórmulas mágicas para tornar um motor à combustão mais eficiente. O que temos são o conjunto de várias pequenas alterações que, quando agrupadas, acabam por produzir resultados significativos de economia e desempenho.

Entenda como funciona o cilindro
É uma abertura dentro do bloco do motor por onde o pistão se desloca, imagine uma garrafa pet sem a parte de cima e sem a parte de baixo, o que sobra é um cilindro. Um motor é definido pela quantidade de cilindros e pela maneira que eles estão dispostos. 

A função dele é guiar os movimentos cíclicos e lineares dos pistões. A cada combustão o pistão se desloca dentro do cilindro e, com a ajuda da biela e do virabrequim, eles acabam por transformar um movimento retilíneo em rotacional.
 

Na maioria dos carros, os motores possuem quatro cilindros, mas temos motores com três, cinco, seis, oito, dez e doze cilindros.

Os cilindros podem estar dispostos em diversas posições, por exemplo: em linha (maioria), em “V”, em “W” e o horizontal  (famoso boxer do fusca).

É desta definição que surge, por exemplo, o motor V8, afinal ele possui oito cilindros dispostos em “V”.



 

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Para nunca mais perder as chaves 0

04 de Junho, 2012  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Conceito de rastreador usa adesivos e radiofrequência

Dentro de casa, o objeto mais fácil de ser encontrado é o telefone sem fio. Afinal, basta ligar o localizador sonoro e seguir o ‘bip-bip’. Para os demais objetos, o jeito mesmo é revirar a sala, o quarto, o banheiro e até oferecer três pulinhos a São Longuinho em busca de ajuda. Porém, isso pode estar prestes a mudar. Para quem costuma esquecer com facilidade onde é que deixou determinada coisa, há uma ‘esperança’ em desenvolvimento, o Finder.

Com o auxílio de um adesivo, o Finder localiza qualquer objeto. (Foto: Divulgação)

Criado pelos designers Chu Wang, Qiujin Kou, Qian Yin e Yonghua Zhang, o Finder é um localizador de objetos capaz de ajudar a encontrar chaves, relógios, carteira e qualquer outro item que tenha sido perdido dentro de casa.

O sistema é bem simples. Ao adquirir o Finder, o usuário leva pra casa um terminal, muito parecido com um celular, e uma cartela com adesivos. Esses adesivos devem ser colados nos itens que você eventualmente perde. Esses itens, por sua vez, devem ser cadastrados no aparelho para que você possa futuramente localizá-los. Quando o controle remoto for extraviado, por exemplo, basta ir até o terminal e ele vai mostrar no visor há quantos metros de distância o objeto está e em qual a direção você deve seguir. Fascinante, não é mesmo?

Tecnologia


Por trás deste produto revolucionário está a tecnologia RFID, que significa identificação por radiofrequência. Em outras palavras, a etiqueta colada no objeto libera ondas que são “lidas” pelo localizador, que então aponta a origem da emissão. Entretanto, o produto pode apresentar falhas, já que a leitura, até o momento, só é possível a poucos metros do objeto e, além disso, as ondas podem ser bloqueadas por algum objeto maior.

Infelizmente, teremos que esperar mais um tempinho para por as mãos no Finder. O produto ainda não está à venda. Porém, para quando estiver, aí vai uma dica: cuide para não perder o terminal localizador.

Via: Yanko Design
 

 

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Aplicativo para Android que impede motorista de receber ligações 0

31 de Maio, 2012  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

O governo federal lançou há algum tempo atrás um aplicativo para a plataforma Android a fim de evitar que o motorista receba ligações enquanto estiver dirigindo.

Batizado de “Mãos no volante”, o aplicativo pode ser baixado gratuitamente e impede o aparelho de receber ligações durante a viagem.


Quem ligar para ao aparelho com o “Mãos no volante” ativado, receberá uma mensagem avisando que a pessoa está dirigindo naquele momento.

O dispositivo registra todas as ligações recebidas e pode ser programado para funcionar durante o tempo estimado de viagem.

Com esse aplicativo, o governo espera reduzir o número de acidentes provocados por distração ao volante. Se todo mundo utilizar, os acidentes certamente vão diminuir, bem como também a arrecadação por multas.
Fonte: Notícias Automotivas

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